sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Tecnologias da Informação: o profissional e o mercado de trabalho

A informática tem o poder de mesclar-se em todas as áreas, interagindo, auxiliando e integrando-se em tudo que é processo da vida humana. O termo virtualização pode ser entendido como representar o mundo real, material, palpável e o mundo da imaginação inerente até que provem o contrário somente ao ser humano, no mundo virtual.
A tarefa é grande e para isso precisa de profissionais qualificados.
No Brasil e em boa parte do mundo o exercício de profissões ligadas à informática ainda é livre.
É primordial observar que comissões de especialistas de computação e informática entendem que, nos dias de hoje, a introdução de disciplinas de computação nos currículos dos cursos de graduação não é mais uma opção ou um complemento, mas sim, uma necessidade.
Então "a informática não é uma profissão de futuro, ela é o futuro de todas as profissões", como afirma o filósofo Pierre Lévy?
No Brasil os cursos de Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Sistemas da Informação e mais alguns poucos como Teleinformática são reconhecidos pelo MEC.
A regulamentação da profissão é tema polêmico.
Enquanto esses detalhes não são resolvidos o mundo virtual segui mostrando lojas, páginas de relacionamento, jogos e jornais criados por profissionais de todas as áreas fazendo surgir várias profissões e especialidades. Teremos no jornal o redator do jornal e o redator de blog.
Hoje é imperativo que o profissional de qualquer área seja polivalente. Acredito que as competências do profissional de computação não se restringem somente ao conhecimento técnico do seu ofício.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

EVOLUÇÃO DA TECNOLOGIA

A meu ver a memória flash, inventada pelo Dr. Fujio Masuoka quando trabalhava para a Toshiba por volta dos anos 80, foi um dos maiores avanços tecnológicos de sua década. Para se ter idéia, os celulares e palmtops provavelmente não seriam nem parecidos com os que vemos hoje. Eles ainda utilizariam memória SRAM para armazenar os dados e seriam, por isso, mais caros e perderiam os dados quando a bateria fosse removida. Os pendrives? Esses simplesmente não existiriam e os cartões de memória estariam estagnados nos cartões compact-flash, utilizando microdrives ou pequenas quantidades de memória SRAM alimentada por uma pequena bateria. Formatos mais compactos, como os cartões SD e mini SD não seriam nem mesmo cogitados.



fontes:

http://www.guiadohardware.net/tutoriais/memoria-flash/

http://en.wikipedia.org/wiki/Flash_memory


quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Tecnologias da Informação: o profissional e o mercado de trabalho

É possível que alguns fundamentos da computação mudem e é provável que muitas tecnologias entrem em desuso por causa da maior velocidade de evolução nesta área, na atualidade. Cursos de graduação vêm preparando pessoas para o mercado e para a pesquisa contribuindo para esta evolução, os cursos mais conhecidos são o curso de Ciência da Computação que tem fim de formarem profissionais capacitados para atuar desde a concepção de um algoritmo até a criação e administração de um software, o curso de Engenharia da Computação que é uma mistura de Ciência da Computação e Engenharia Elétrica, o graduado dessa área tem conhecimento para desenvolvimento de computadores e seus periféricos, e o curso de Sistemas da Informação em que o graduado lida com administração do fluxo de informações geradas por computadores. Também a alguns cursos de computação / informática que dão mais ênfase na parte de telecomunicações como o de Telemática ou o de Engenharia de Teleinformática. Atualmente os profissionais em TI podem trabalhar com suporte, conteúdo, desenvolvimento de sistemas, desenho de home pages, infra-estrutura, segurança, marketing, vendas, consultoria, treinamento, webmaster, webdesigner. Provavelmente carreiras de TI vão continuar surgindo, principalmente em se tratando do ambiente Web.




Fontes:

http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,AA1296358-5604,00-GUIA+DE+CARREIRAS+DO+G.html

http://www.timaster.com.br/revista/materias/main_materia.asp?codigo=348

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Evolução tecnológica x Políticas públicas

Para Mario Persona -- O mercado como um todo está alcançando a maturidade. A tendência é que a tecnologia da informação voltada para uso doméstico alcance cada vez mais o status de eletrodoméstico e os equipamentos sejam comprados em lojas de departamentos ou pela Internet. A tendência constante da informatização e uso da Internet nas escolas deve continuar sendo um filão ainda a ser explorado por fabricantes e distribuidores.
Segundo o E-GOV Bog são listadas 10 tendência para a TI:
1-Governança: TI VERDE IEC ESPM QM 08000s
2 - Infra e Rede: IPV6
3 - Conectividade: BPL
4 - Carreira: ITIL V3 e SCRUM
5 - Conceito: CLOUD COMPUTING e VIRTUALIZAÇÃO
6 - Linguagem de Programação: RUBY ON RAILS (RoR)
7 - Humanização da TI: POWERSET
8 - Regulatório: LEI DE CRIMES DE INFORMÁTICA
9 - Operações: SAAS
10 - Comportamento e Web Marketing: SEO 2.0 e I-DOSER
O Relatório Global de Tecnologia da Informação, período 2007 - 2008, produzido pelo World Economic Forum, traz-nos de volta à realidade.
E a realidade dos números é cruel. Primeiro fato: o Brasil ainda é um país medíocre no ranking de Tecnologia de Informação, ocupando a posição 59 de um total de 127 países; segundo (e pior): em vez de melhorar, estamos piorando no ranking (estávamos em 53 no relatório anterior, caímos para 59).
Medidas setoriais: Tecnologias da Informação e Comunicação:
Redução da contribuição patronal para a seguridade social sobre a folha de pagamento para até 10%, e da contribuição para o Sistema S para até zero, de acordo com a participação das exportações no faturamento total da empresa.
Dedução em dobro, da base de cálculo do IRPJ e da CSLL, das despesas com capacitação de pessoal próprio.
Ampliar a definição de empresa preponderantemente exportadora (de 80% para 50% do faturamento) para efeito de suspensão do PIS/COFINS na aquisição de bens de capital REPES).

Evolução tecnológica x Políticas públicas

Tecnologia da Informação e Comunicação ganham novos incentivos do governo. Em 2008 o presidente Lula anunciou , a nova Política de Desenvolvimento Produtivo. Ela visa baratear o investimento e a produção, fomentar à inovação tecnológica, além de ampliar as exportações do país. Para isso, a estimativa de desonerações nos 24 setores beneficiados será da ordem de R$ 21,4 bilhões entre 2008 e 2011, segundo o ministro da Fazenda Guido Mantega. Este programa irá trazer a área de Tecnologia da Informação e Comunicação uma série de incentivos às exportações e ao desenvolvimento industrial. O programa para o setor de TICs possui cinco itens principais: Software e Serviços de TI, microeletrônica, Infa-estrutura para inclusão digital, e mostradores de informação (displays) e adensamento da cadeia produtiva de TICs. Segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia facilitar e agilizar a obtenção dos incentivos fiscais previstos na Lei de Informática também é uma das prioridades.

O presidente Lula também assinou o decreto de regulamentação da Lei, que prorroga até 2019 os incentivos fiscais para o setor. Têm direito empresas de informática e automação que investirem 5% de seu faturamento bruto em atividades de pesquisa e desenvolvimento em TI no País.
Dizem representantes do governo que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), trouxe apenas algumas das iniciativas que o governo se empenhará em realizar nos próximos anos na área de Tecnologia da Informação. Porém reafirmam que a TI será um dos temas prioritários nos próximos anos, já que terá papel significativo na evolução da economia. E ganham destaque, para investimentos e desenvolvimento, temas como indústria de semicondutores, TV digital e exportação de software.

O mercado de TI no Brasil corresponde a 1,8% do PIB, são 24 bilhões de reais por ano, ainda pouco se comparado aos países que mais investem em TI, como os Estados Unidos com 3% de seu PIB, porém o Brasil está entre as 10 nações que mais investem em TI no mundo e a tendência é de crescimento de no mínimo 10% ao ano.




Referências:
http://computerworld.uol.com.br/governo/2007/03/05/idgnoticia.2007-03-05.8470536166/
http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=13800&sid=7
http://blog.sitesupritec.com.br/2008/09/04/tendencias-do-mercado-de-ti-no-brasil/
http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=44437

TENDÊNCIAS EM TI

Procurando algo para postar sobre o tema acima visitei algumas páginas e nessas me deparei com algumas tecnologias que me despertaram algum entusiasmo. E ai estão:

BPL: Conexão à internet via rede elétrica.

Além de a tecnologia aumentar a acessibilidade drasticamente, uma fez que a rede elétrica cobre 95% do território nacional, ainda aumenta a velocidade de transmissão de dados podendo chegar a até 40Mbps nas freqüências de 1,7MHz a 30MHz.






Bom, o bluetooth já conhecemos, mas o que me desperta o interesse é a facilidade que esse tecladinho pode gerar no acesso a internet e edição de textos nos iphones. caso eu já tivesse um desses estaria postando agora a caminho do trabalho e não iria me atrasar....






fontes:

http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/12/21/teclado-bluetooth-para-celular-torna-obsoleto-o-laptop/

http://josemilagre.blogspot.com/2008/12/10-maiores-tendncias-de-ti-para-2009.html

http://www.guiadohardware.net/artigos/internet-rede-eletrica/

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

TECNOLOGIA X DESEMPREGO

Noticiários de jornais sempre apresentam o tema desemprego em suas pautas. Desemprego é tema constante nas agendas de presidentes e políticos em todos os países. O título em questão sempre será atual. Entendo que a tecnologia é uma adversária do emprego de menor qualificação profissional. Percebemos que as várias tecnologias existentes de hoje como: tecnologia da informação, tecnologia militar, tecnologia de defesa, tecnologia medicinal, tecnologia educacional, etc, superam-se a cada inovação tecnológica e consequentemente contribui pesadamente para o aumento das taxas de desemprego tanto em países desenvolvidos quanto em países em desenvolvimento como os que compõem o grupo BRIC.

Tecnologia requer conhecimento técnico e científico, ferramentas e processos. Quanto mais alto é o nível tecnológico das inovações nos processos de produção menor é a participação do ser humano em tal processo. Isso quer dizer que menor é o número de postos de trabalho. Quantifique quantos carteiros seriam necessários para entregar todos os e-mail enviados hoje em sua cidade se o processo usado ainda fosse carta postada. Com certeza seria bem maior que a quantidade atual.

27/2/2008 17:56:56
Taxa de desemprego fica estável em janeiro, aponta pesquisa
Por Redação, com ABr - de Brasília
A taxa de desemprego permaneceu estável em janeiro, na comparação com dezembro último, em 14,2% da População Economicamente Ativa (PEA) de seis regiões metropolitanas: São Paulo; Salvador; Recife; Porto Alegre; Belo Horizonte e Distrito Federal. Em relação a janeiro dos anos anteriores, no entanto, esta foi a menor taxa desde 1998. No ano passado a variação havia atingido 15,3%.

[23:00] - 19/12/2008
Taxa de desemprego sofre discreta alta
Ludmilla Totinick, Jornal do Brasil
RIO - A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil teve pequeno avanço em novembro, ficando em 7,6%, acima dos 7,5% verificados no mês anterior. O resultado, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é o melhor para um mês de novembro desde o início da série, em 2001, mas também representa a primeira alta do índice desde julho deste ano, quando a taxa estava em 8,1%.

Indústria 06/01/2009 09h33min
IBGE: produção industrial no Brasil cai 5,2% em novembro
Comparado com 2007, o recuo foi de 6,2%, o maior desde 2001
A produção industrial brasileira caiu 5,2% em novembro em comparação com outubro de 2008, na série com ajuste sazonal, segundo divulgou nesta terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Percebemos nessas notícias que os números reais de desemprego e produtividade são mascarados com o recurso da percentagem e que são as máquinas que produzem.
O setor de serviços hoje emprega mais que a indústria. A automação de determinado processo de produção reduz de 10 ou até mesmo 40 trabalhadores para 3 ou 4 trabalhadores.
Definitivamente a tecnologia não abre postos de trabalho suficientes para absolver a mão de obra trabalhadora.