segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Informática e Sociedade


Temos compreensão adequada de como a informática vem transformando a sociedade?
Temos informática em todas as áreas do conhecimento humano.
Temos informática nos escritórios, nos bancos, nos hospitais, nas residências, nos governos, no uso militar de paz e de guerra, nos processos industriais, nas lavouras, nas colheitas, no turismo, em robôs, etc.
A era do conhecimento, da informática, da rapidez, vem causando mudanças comportamentais nas pessoas e sociedades. O povo japonês é uma amostra disto. Lá existem ciber-cafés que são alugados como casa, o contratante tem um casulo para dormir, faz suas refeições e navega na Internet. Vivendo em seu mundo particular. Em sociedade mas isolado.
Somente alguns profissionais de informática conseguem acompanhar a velocidade dos novos horizontes que se apresentam nesse mundo novo e seus os efeitos na sociedade.
Como nos sentimos a respeito do rumo que está tomando a nossa sociedade?
Será que caminhamos para um momento idealizado na música de Raul Seixas, onde ele afirma que estaremos "num apartamento com a boca escancarada, cheia de dentes esperando a morte chegar." porque a informática, a tecnologia, fará tudo automaticamente. Já existem no mundo mais de quatro mil fazendas de leite de gado que funcionam sem a intervenção de nenhum ser humano.
Não existe previsão sobre o futuro da "sociedade do conhecimento". Mas conseguimos visualizar as transformações nas pessoas e nas sociedades.
É possível que em pouco tempo não precisemos mas da fabricação de papel. Livros digitais mudam o hábito de leitura, as formas de negociação de compra e venda desses livros ficam mas dinâmicas e com o uso da Internet superam as distâncias tornando o acesso à informações mais fácil. Assim o nome "sociedade do conhecimento ou da informação" é adequado para o que estamos vivendo.
Referências:

quinta-feira, 5 de março de 2009

Tecnologias da Informação: o profissional e o mercado de trabalho

Hoje, mais do que nunca o mercado de trabalho tem mudado. A área de tecnologia da informação é a que apresenta o maior crescimento. Mas, sob o paradigma informacional, os tipos de emprego mudam em quantidade, qualidade e na natureza do trabalho executado. A velocidade com que a tecnologia vem afetando toda a estrutura de carreira é algo nunca visto antes.

O mercado de trabalho para o profissional de sistemas de informação cresce continuamente com o desenvolvimento, a cada dia, de novas aplicações comerciais, industriais, profissionais e pessoais. Isso se deve ao fato de que as empresas em geral, na busca por diferenciarem-se da concorrência, estão incorporando equipamentos e programas de informática, e desenvolvendo sistemas para a Internet e suas redes particulares. Assim, a Tecnologia da Informação é um elemento estratégico no mundo contemporâneo. Soluções tecnológicas automatizam processos, são fonte de vantagens competitivas pela análise de cenários, apoio ao processo decisório, definição e implementação de estratégias organizacionais.

A relação entre o profissional e o mercado que se abre é exigente. A capacitação deve ser alta, bem como a velocidade de atualização intelectual do trabalhador. Nem sempre há reconhecimento para o profissional de TI. Vemos, então, que quase nunca ocupam cargos altos e de chefia. Vários fatores são dados para isso.


Fontes: http://superdownloads.uol.com.br/materias/profissional-tecnologia-mercado-trabalho/172,1.html
http://www.facitec.br/index.php?option=com_content&task=view&id=45&Itemid=77

Etimologia e história do conceito de ética

Ética vem do grego "ethos" que significa modo de ser, conduta, ou relativo aos costumes.

São vários os autores que abordam sobre ética em suas respectivas épocas. Dentre eles, o
s pré-socráticos, Aristóteles, os Estóicos, os pensadores Cristãos (Patrísticos, escolásticos e nominalistas), Kant, Espinoza, Nietzsche, Paul Tillich, e outros. São várias as abordagens feitas sobre o tema e as formas de se tratá-lo. Como exemplo, Motta (1984) a definiu como "um conjunto de valores que orientam o comportamento do homem em relação aos outros homens na sociedade em que vive, garantindo, outroassim, o bem-estar social".

A ética não deve ser confundida com a lei, embora com certa freqüência a lei tenha, como base, princípios éticos. Ao contrário do que ocorre com a lei, nenhum indivíduo tem, por obrigação, que cumprir as normas éticas, tampouco sofrerá qualquer sanção oriunda de seu descumprimento.

O que se deve ter em mente, basicamente, sobre o tema é que ética é muito relativo. Sob a ótica capitalista, lucrar por forma de empréstimo a juros é ético, já sob a ética cristã, é totalmente imoral, condenável e anti-ético. Cada cultura e formação social tem para si uma ética, que segue os valores estabelecidos por ela.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Informática na Educação

Com o avanço da tecnologia nas últimas décadas, principalmente dos computadores, tornou-se mais fácil se discutir, cada vez mais, a utilização de recursos da informática na educação.

Mas será que esses recursos, por si, são suficientes para que o aprendizado do aluno aconteça?

Deve-se entender, acima de tudo, que o computador é apenas uma ferramenta. Uma ferramenta assaz útil, que pode elaborar planilhas, gráficos, fornecer uma fonte de pesquisa ampla e abrangente, mas não deixa de ser somente uma ferramenta. Sem um projeto pedagógico bem elaborado para direcionar o aprendizado estruturado em tal instrumento, torna-se incompatível a evolução e progresso da atividade educacional pela presença de meios tecnológicos. É aí onde entram os profissionais treinados e preparados para usar dos meios que lhes foram disponibilizados, e esse é o grande lance do ensino com tecnologia informatizada.

A influência dos pais é positiva no processo, principalmente quando ele participa ativamente da construção do aprendizado. Em breve, todas as escolas seguirão um modelo semelhante a uma existente em São Paulo, onde, via Internet, os pais podem verificar o crescimento acadêmico dos filhos.


Fontes:
http://www.suapesquisa.com/educacaoesportes/informatica_educacao.htm
http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL989305-6174,00.html

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Informática: a regulamentação profissional

A necessidade de regulamentação das profissões em tecnologia da informação é tema de diversos projetos de lei desde a década de 70.
Temos alguns pontos a considerar:
Negativamente
Risco de corporativismo - o exercício da profissão é fiscalizado pela própria classe e não pela sociedade a quem cabe servir.
Risco de cartelização - somente profissionais pertencentes à classe é que podem exercer a profissão (reserva de mercado). Hoje em dia é difícil estabelecer uma fronteira que distinga entre um engenheiro eletrônico que projete programando micro-controladores e um profissional da área de informática que realize a mesma função.
O estabelecimento de um currículo mínimo para exercer a profissão pode engessar o processo rápido de desenvolvimento da área.
A dinâmica da área não permite caracterizar as "atribuições" do profissional.
A tendência é pela desregulamentação das profissões.
A Sociedade Civil possui instrumentos eficazes para punir o mal profissional não necessitando portanto de um conselho de classe.
Um diploma não é garantia de qualidade.
Normas Técnicas e um código de ética podem ser estabelecidos sem a necessária regulamentacão da profissão.

Positivamente
Os serviços prestados podem melhorar de qualidade.
Estabelecimento de uma ética profissional.
Establecimento de normas técnicas.
Denominação da profissão (proposta: Informata, Computólogo)
A classe tem o desejo da profissão não ser controlada por conselhos de outras classes.

Informática: a regulamentação profissional

O atual projeto de lei(PLS 00607)que está sendo analisada pelo senado para regulamentar a profissão na área de informática parece ser benéfico para as pessoas com diploma na aréa em analise de sistemas ou ciência da computação, pois traria um piso salárial e o fim da concorrência entre esse profissional e pessoas de outras aréas(como os de engenharia) que trabalha nesta. Para a sociedade em geral parece ser negativo pois traria um retrocesso na velocidade ou na força da evolução das tecnologias, já que há tantas pessoas que não tem diploma ou são de outras áreas que contribuem para esta.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Projeto de Regulamentação da profissão de Analista de Sistemas


PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 607 DE 2007

Ementa: Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Analista de Sistemas e suas correlatas, cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Informática e dá outras providências.
Autor: SENADOR - Expedito Júnior


A meu ver os pontos positivos do PLS 607/07 são prever a responsabilidade técnica pelos projetos desenvolvidos em bases profissionais e o reconhecimento dos direitos e obrigações do profissional em questão, e assim, regularizar um setor que hoje é responsável por mais de 900 mil empregos e que vem gerando uma riqueza que beira os R$ 9 bilhões. Porém aos olhos de Roberto Bigonha (professor do departamento de Ciência da Computação da UFMG) e José Carlos Maldonado (presidente da SBC) o projeto traz um ponto negativo que é a exigência de diplomas universitários ou técnicos para exercer a profissão, que segundo Bigonha e Maldonado criaria uma reserva de mercado e eliminaria uma série de profissionais de outras áreas (médicos, engenheiros, biólogos, etc.) que atuam no setor de TI. Entretanto o projeto em seu art. 2º estabelece que “poderão” exercer a profissão de Analista de Sistemas os possuidores de diploma em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, e assim amplia as possibilidades de enquadramento profissional, outro exemplo é o art. 4º do projeto que ao estabelecer quais as suas atividades e atribuições, não restringe a atuação de outros profissionais. Também não é estabelecida nenhuma exclusividade ou fixado que determinada atividade ou atribuição será privativa do portador de diploma das profissões antes referidas, ao contrario do exposto por Bigonha e Maldonado.


Bom, é de se notar que tal projeto ainda precisa de mais tempo de maturação, uma vez que o que seria grande ponto do projeto (a criação do Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Informática) é exatamente o que o torna inconstitucional uma vez que os conselhos profissionais são autarquias vinculadas ao Poder Executivo...




fontes:
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/getPDF.asp?t=23039
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/getPDF.asp?t=51596
http://blog.sindpd.org.br/2008/11/11/debate-no-senado-aponta-caminhos-para-regulamentacao-da-profissao-de-analista-de-sistemas/
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/Consulta.asp?STR_TIPO=PLS&TXT_NUM=607&TXT_ANO=2007&Tipo_Cons=6&FlagTot=1